Demonstração

Integração com máquinas e Indústria 4.0 no corte e dobra

Indústria 4.0 no galpão de ferragem é a ordem chegar na máquina sem ninguém digitar e a produção voltar para o escritório na hora. O ARMATTO faz isso em três níveis, conforme a máquina que você tem.

Mande uma prancha e veja virar etiqueta

Sem compromisso. Você manda o DWG, DXF ou PDF exportado do programa de cálculo; em 30 minutos, on-line, você vê o projeto completo virar etiqueta.

Nível 1
etiqueta com BVBS lida pela estribadeira
Nível 2
totem em cada máquina: crachá, aço e etiqueta
Nível 3
conexão direta: a máquina busca a própria fila no ARMATTO
No galpão
totem do PCP, coletor da expedição e TV do galpão

Três níveis de integração

  • 1 · A máquina lê a etiqueta. Toda peça sai com etiqueta. Nas estribadeiras com leitor BVBS, o operador lê o PDF417 e a máquina recebe bitola, comprimento, dobras e quantidade pelo código BVBS. Não precisa de rede na máquina.
  • 2 · Totem na máquina. Um tablet ou PC ao lado de cada máquina. O operador lê o crachá, a etiqueta do aço que pôs na máquina (a bobina, ou a corrida da barra) e a etiqueta de cada peça: produzido, início, pausa ou estorno. O totem mostra a próxima peça da programação, avisa quando é hora de trocar a bitola e confere o dígito verificador da etiqueta antes de aceitar. Serve para qualquer máquina, de qualquer marca, com ou sem leitor.
  • 3 · Conexão direta. A máquina (ou o terminal ligado a ela) busca no ARMATTO a própria fila de produção, com a linha BVBS, as pernas, o pino e a bitola de cada item. A ordem chega sem imprimir. Opcional, sob consulta: em implantação com estribadeiras NEXUS; Schnell em desenvolvimento.

Cada etiqueta vai para a máquina certa

No cadastro de cada máquina entram o tipo (endireitadeira, estribadeira, central de corte, central de dobra, cortador ou dobrador de bancada, ou posto de montagem: tubulão, armador e soldador), se trabalha com bobina ou barra, a bitola mínima e a máxima, a menor e a maior peça que ela tira, o maior estribo que ela dobra, se faz peça 3D, a velocidade média e a máxima (m/min, golpes/min ou dobras/min), quantos fios ou barras por vez, o aproveitamento, marca, modelo e número de série.

Com isso, cada etiqueta da ordem de produção já nasce na fila de uma máquina que realmente faz aquela peça, e o plano de corte separa o que vai para a bobina e o que vai para a barra. Com a velocidade, a fila de cada máquina aparece em horas, e o vendedor vê o prazo possível já no orçamento.

Sem internet, a produção não para

Galpão tem ponto cego de Wi-Fi e queda de conexão. No totem da máquina, cada apontamento fica guardado no aparelho com a hora em que aconteceu e é enviado quando a conexão volta. Só a troca do aço na máquina precisa de conexão na hora.

Totem do PCP

Uma TV de toque no galpão, sem login, ligada por uma chave de aparelho. Nela o PCP vê o quadro de todas as máquinas — situação, operador, aço na máquina, kg de hoje contra a capacidade, peça atual e fila —, para ou volta uma máquina, move peças de uma máquina para outra e muda a prioridade das OPs, sem voltar para o escritório.

Coletor da expedição

No celular ou no coletor de código de barras, também sem login: o conferente lê cada peça quando ela chega na espera, com a baia, e depois lê os feixes no carregamento. Ao terminar, avisa “terminei de carregar” e o comercial é avisado no sistema.

O que aparece no escritório

  • TV do galpão, atualizada a cada 30 segundos: kg produzidos no dia, por máquina, quem está operando cada uma, quantas etiquetas estão na fila e o andamento de cada OP, com as atrasadas em destaque. Sem nome de cliente nem preço na tela.
  • Indicadores por período: kg por dia, kg/h real de cada máquina contra o kg/h cadastrado, kg por operador, kg por pessoa-hora e paradas por máquina.
  • Rastreio de cada peça até a máquina, o operador e a corrida do aço.

Os números estão em acompanhamento de produção.

Cada aparelho com a sua chave

Máquina, leitor de setor, tablet, PC central e leitor da expedição entram no ARMATTO como dispositivos, cada um com credencial própria e só a permissão de que precisa: ler a fila, apontar, ler etiqueta ou carregar caminhão.

A credencial aparece uma vez só e não fica guardada em texto. Dá para limitar o aparelho aos endereços de rede do galpão, ele é bloqueado depois de tentativas erradas e pode ser desligado a qualquer momento. Cada ação fica registrada.

Perguntas frequentes

Preciso trocar minhas máquinas para usar?

Não. Com qualquer máquina dá para usar a etiqueta e o terminal de apontamento. A leitura do BVBS depende de a máquina ter leitor, e a conexão direta depende do modelo.

Quais máquinas têm conexão direta?

A primeira integração está em implantação com as estribadeiras NEXUS, sob consulta. A integração com Schnell está em desenvolvimento. Para outros modelos, fale com a gente na demonstração.

A máquina precisa estar na internet?

Para ler a etiqueta, não. O totem da máquina aponta sem conexão e envia tudo quando ela volta; só a troca do aço precisa de conexão na hora. A conexão direta precisa da rede do galpão.

Como o operador se identifica?

Pelo crachá, lido no totem da máquina. A partir daí, tudo o que ele apontar fica com o nome dele e com a corrida do aço que está na máquina.

E se a fábrica não tiver integração com nenhuma máquina?

Funciona do mesmo jeito, pela leitura das etiquetas no totem. Como o sistema não sabe sozinho que uma máquina parou, ele mostra a última leitura de cada uma e, se uma máquina com fila fica tempo demais sem leitura, pergunta ao PCP se ela parou.

Veja também

Mande uma prancha. Veja o projeto completo virar etiqueta.

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