Sistema de gestão para corte e dobra de vergalhão
Software de gestão para a central de corte e dobra e para a armadora: da ordem de produção à entrega assinada na obra, num sistema só. O PCP programa o turno, cada máquina recebe a sua fila no totem, cada peça tem etiqueta e cada feixe é conferido antes de subir no caminhão.
Sem compromisso. Você manda o DWG, DXF ou PDF exportado do programa de cálculo; em 30 minutos, on-line, você vê o projeto completo virar etiqueta.
- Produção
- OP, programação do turno, totem em cada máquina e TV do galpão
- Rastreio
- peça → corrida do aço → certificado
- Expedição
- conferência na espera, carga pela leitura dos feixes e balança de conferência (módulo opcional)
- Obra
- entrega com assinatura, foto e local · portal do cliente
Produção
- Ordem de produção a partir do pedido aprovado, com etiquetas por máquina e feixes por elemento (pilar, viga, bloco). Cada peça vai para uma máquina que de fato a faz: bitola, comprimento, tamanho do estribo, bobina ou barra e peça 3D.
- Apontamento na máquina: no totem, o operador lê o crachá, a etiqueta do aço que está na máquina e a etiqueta da peça. Sem internet, o apontamento fica na fila e sobe quando a conexão volta.
- Fila de cada máquina na ordem certa: o que já começou, depois a programação do PCP, depois o que é urgente ou vence até amanhã e o resto semana a semana pelo prazo — sempre juntando a mesma bitola de pedidos diferentes, a começar pela que já está na máquina.
- Planejamento por capacidade: cada etiqueta vira tempo de máquina, pela velocidade cadastrada (m/min, golpes/min ou dobras/min) e um aproveitamento de até 85%. Cada dia aparece contra as horas do turno, com as OPs atrasadas em destaque.
- Situação da máquina: operando, parada com motivo ou em manutenção com previsão de volta. Máquina em manutenção sai da rota das OPs novas, e o PCP passa a fila dela para outra que faça o mesmo.
- Aço necessário × estoque por bitola antes de produzir, contando as ordens abertas e os pedidos aprovados.
- Montagem do armado: elemento vendido armado só embarca depois de montado.
- Conferência por amostra: o sistema pede a medida da primeira peça do dia, da troca de bitola e de uma a cada N peças. Peça reprovada fica marcada na OP e travada na carga.
- TV do galpão com o produzido no dia e o andamento de cada OP.
- Plano de corte com bobina e barra, vários pedidos juntos e estoque de pontas (veja plano de corte de vergalhão).
O PCP programa, o totem mostra
Na programação do turno, o ARMATTO sugere a ordem de cada máquina em blocos de bitola, até a capacidade do turno, e mostra quantas trocas de bitola ela vai ter. O PCP sobe ou desce um bloco, tira uma peça, salva — e a fila do totem passa a seguir a programação.
- No totem, o operador vê a próxima peça, quantas etiquetas daquela bitola há em quantos pedidos e o que vem depois. Quando a próxima bitola não é a da máquina, aparece o aviso para trocar o aço.
- Fora da ordem: se o operador ler outra peça, o totem pede o motivo e o crachá de quem autoriza. O PCP recebe o aviso e vê as peças feitas fora da ordem.
- Máquina sem leitura: na fábrica sem integração com a máquina, se uma máquina “operando” com fila fica tempo demais sem nenhuma leitura de etiqueta, o totem do PCP pergunta se ela parou.
- Rotina do PCP: a lista de começo e de fim de turno — aço em cada máquina, aço que falta, pedidos sem OP, máquinas paradas, programado × feito e o que passa para o próximo turno.
Rotina do PCP · fim do turno · exemplo
- OKProgramado × feitoEstribadeira 1 · 1.840 / 1.900 kg
- AtençãoPassa para o próximo turnoØ12,5 · 3 pedidos · 410 kg
- OKAço em cada máquinatodas com bobina lida
- ProblemaPeças fora da ordemCortadeira · 2 peças · autorizadas
- AtençãoPedido pronto paradoEd. Aurora · na espera desde ontem
Rastreabilidade de verdade
No recebimento do aço, cada corrida ganha um código e o certificado da usina fica anexado. As bobinas da corrida são registradas lendo a etiqueta da própria usina; de algumas usinas, o peso já vem no código. Quando o operador aponta a peça, ela fica ligada à corrida que estava na máquina. Se uma obra perguntar de onde veio o aço de um pilar, a resposta sai em segundos: peça → corrida → certificado.
O sistema também acompanha quanto já saiu de cada bobina e avisa quando o consumo passa do peso dela e ninguém leu a próxima.
Expedição sem surpresa
Quando a peça chega na espera, o conferente lê a etiqueta e anota a baia. O pedido só aparece como pronto para expedir quando tudo tem OP, tudo foi produzido, os armados foram montados e — se a fábrica ligar essa regra — tudo foi conferido na espera.
No carregamento, cada feixe é lido. Peça que não foi produzida, que é de outra obra ou que foi reprovada na conferência é recusada na leitura — e, com a regra ligada, também a que não passou pela espera. Na saída, com a balança de conferência (módulo opcional), o peso é comparado com o das etiquetas; fora da tolerância, o caminhão só sai com liberação da gerência — e a liberação fica registrada.
Avisos para quem precisa saber
O sino de avisos do sistema avisa a expedição, o comercial e o PCP quando um pedido fica pronto, o comercial e a expedição quando a carga termina de ser carregada, e o comercial quando a carga sai. O dono e o gerente veem todos. Os avisos aparecem dentro do sistema.
Na obra e no cliente
O motorista colhe assinatura, foto e localização da entrega pelo celular. O cliente acompanha as obras pelo portal: o que já foi produzido, o que foi entregue, os comprovantes e os certificados de qualidade do aço entregue, e pode aprovar orçamentos e pedir a próxima entrega.
Tudo começa no cálculo de ferragem e no orçamento, sem redigitar a lista em nenhuma etapa.
Perguntas frequentes
O que faz um sistema de gestão de corte e dobra?
Organiza a central do pedido à entrega: lê o projeto, orça, gera a ordem de produção e a etiqueta de cada peça, manda cada peça para a máquina certa, registra o que foi produzido e com qual aço, confere o carregamento (e, com o módulo opcional, o peso na balança) e registra a entrega na obra.
O PCP consegue mandar na ordem das máquinas?
Consegue. Na programação do turno o PCP monta a ordem de cada máquina em blocos de bitola, e o totem mostra ao operador a próxima peça. Peça feita fora da ordem pede motivo e autorização, e o PCP é avisado.
Funciona com qualquer máquina?
Funciona. A etiqueta serve para qualquer máquina; as estribadeiras com leitor BVBS produzem direto pelo código da etiqueta.
E se a internet do galpão cair?
O apontamento na máquina continua: fica numa fila no aparelho e é enviado quando a conexão volta.
Cada empresa vê só os próprios dados?
Sim. Cada central é isolada das outras no banco de dados, e as ações importantes exigem verificação em duas etapas.
O cliente final precisa instalar algo?
Não. O portal do cliente e o app do motorista abrem no navegador do celular.