Planilhamento automático de projeto de ferragem armada
Planilhar o projeto é passar cada posição da prancha — elemento, bitola, quantidade, comprimento e forma — para a planilha ou o sistema da central. O ARMATTO faz essa leitura sozinho e você só confere.
Sem compromisso. Você manda o DWG, DXF ou PDF exportado do programa de cálculo; em 30 minutos, on-line, você vê o projeto completo virar etiqueta.
- Lê
- DWG, DXF e PDF exportado do programa de cálculo (com texto) · planilha .xlsx · BVBS do CYPE e do Tekla
- Monta
- lista de ferros por elemento, posição, bitola e pavimento, com elementos repetidos já multiplicados
- Entrega
- planilha (CSV), BVBS (.abs) para a máquina, JSON ou direto no orçamento
- Tempo
- segundos por prancha · depois, só a conferência das pendências
O que é planilhar um projeto de ferragem
Toda central de corte e dobra e toda armadora começa o pedido do mesmo jeito: alguém abre as pranchas de armação e digita, posição por posição, o elemento, a bitola, a quantidade, o comprimento e o desenho da peça. Em obra grande são centenas de posições, e cada número digitado errado vira ferro cortado errado ou orçamento com peso que não bate.
No planilhamento automático, o sistema faz a leitura das pranchas e entrega a lista de ferros pronta. A pessoa que planilhava passa a conferir só o que o sistema marcou como duvidoso.
Leitura de projetos: o que entra
- PDF exportado do programa de cálculo, com texto (o PDF que o CYPECAD, o TQS ou o Eberick gera). PDF escaneado ou foto da prancha não dá leitura segura.
- DWG e DXF, de onde também sai o desenho de cada peça — pernas e ângulos — para a etiqueta e para a máquina.
- Tabela colada como figura no DWG — a planilha do Excel colada no AutoCAD como imagem: o leitor lê, confere cada linha pela conta (quantidade × comprimento = total) e entrega como prévia para conferir.
- Planilha .xlsx com a lista de ferros.
- BVBS exportado pelo CYPE e pelo Tekla, conferido linha a linha pela soma de controle do padrão — inclusive as peças 3D (BF3D).
O leitor encontra as tabelas de aço da prancha, separa cada viga, pilar, laje e bloco e multiplica os elementos que se repetem: quando o projeto diz V110=V111=V116 (x6), a quantidade já sai vezes seis. Peça de comprimento variável vira uma posição com variações, não uma média.
O que sai do planilhamento
- Lista de ferros por elemento, posição, bitola e pavimento, com comprimento de corte e peso pela NBR 7480.
- Resumo por bitola comparado com o resumo de aço do projetista.
- Planilha (CSV) em layouts prontos: centímetros, milímetros com pernas e ângulos, ou o layout de digitação de outros sistemas de corte e dobra.
- BVBS (.abs) para estribadeiras e centrais com leitor de código.
- Ou segue direto para o orçamento e a produção, sem exportar nada.
Conferência antes de produzir
Leitura automática não é desculpa para ferro errado. Antes de a lista seguir, o ARMATTO abre uma pendência para cada ponto duvidoso:
- diferença de peso por bitola contra o resumo do projetista, separando erro de tabela de massa de ferro faltando;
- forma da peça que não deu para ler no desenho (comum no PDF) e comprimento variável sem cotas;
- critério do comprimento da prancha — se o C é a soma das pernas por fora ou já é o comprimento de corte;
- peça que nenhuma máquina da fábrica faz — pela bitola, pelo comprimento ou pelo tamanho do estribo;
- prancha que já foi enviada para a mesma obra (mesmo arquivo ou mesmo nome, que pode ser outra revisão).
O leitor não chuta: segue regras de leitura conferidas, e o que não fecha fica “a definir”, com o motivo.
Num teste com as vigas de um projeto real feito no CYPE (54 vigas, 307 posições), a leitura bateu com o projeto bitola por bitola; toda a diferença de peso era de tabela de massa. Em outro projeto, a conferência achou 64,9 m de Ø10 faltando nos pilares antes de o orçamento sair. Veja os números no cálculo de ferragem armada.
Só a leitura, sem trocar de sistema
Quem já tem um sistema de produção pode usar só o leitor de projetos: envia a prancha, confere o resumo e baixa a planilha ou o BVBS para importar onde já trabalha. Quem quer o fluxo inteiro segue para orçamento, plano de corte, etiqueta BVBS e gestão do corte e dobra sem redigitar a lista.
Perguntas frequentes
O que é planilhamento automático de ferragem armada?
É a leitura das pranchas de armação pelo sistema, que monta sozinho a lista de ferros (elemento, posição, bitola, quantidade, comprimento e forma) que antes era digitada à mão numa planilha.
Quais projetos o ARMATTO lê?
Pranchas de armação em DWG, DXF ou PDF exportado do programa de cálculo (com texto), planilhas .xlsx e listas BVBS do CYPE e do Tekla. Arquivo que o leitor ainda não consegue ler fica guardado para ele aprender o formato; a versão nova do leitor só entra no ar depois de passar nos testes com os projetos que já eram lidos. Na demonstração a gente testa com um projeto seu, sem compromisso.
Lê PDF escaneado ou foto da prancha?
Não com segurança. Em imagem, um número mal lido vira ferro errado. Peça ao projetista o PDF exportado direto do programa de cálculo (com texto), ou o DWG ou o DXF.
Quanto tempo leva para planilhar um projeto?
Prancha em DWG, DXF ou PDF exportado é lida em segundos. Depois vem a conferência das pendências que o sistema marcou.
A leitura substitui a conferência do projeto?
Não. O ARMATTO aponta o que não bate e o que ficou duvidoso, mas o projeto continua sendo responsabilidade do calculista e a liberação para produção é de quem confere na central.
Posso exportar para o sistema que já uso?
Pode. A lista sai em planilha CSV em vários layouts, em BVBS (.abs) para a máquina ou em JSON.